Como mudar sua forma de pensar para gerar mais sucesso em sua vida
Sua forma de pensar não dita somente o sucesso que você tem em termos profissionais, mas absolutamente tudo em sua vida. Desde a saúde dos seus relacionamentos (pessoais e profissionais), sua relação consigo mesmo e até suas conquistas e fracassos na vida em geral.
São as idéias que você tem sobre como o mundo funciona que ditam como será sua atitude na sua vida pessoal e profissional. De fato, a verdade mais dura é que as próprias pessoas é que criam sua realidade. Vivemos em um mundo que adora vítimas e faz cara feia para “culpados”. Vivemos num joguinho de gato e rato conosco, fugindo da culpa por nossos próprios atos e atitudes e, quando nos pegamos, fazemos cara feia para nós mesmos, punindo-nos por sermos culpados por nossos fracassos. É aquela coisa: ou negamos até o último fio de cabelo que temos um problema, que a culpa é nossa, ou passamos para o extremo oposto e começamos a nos dar bronca por termos cometido erros, por pensarmos assim e “assado”. Vou pedir para você, para começo de conversa, se desapegar dessa noção infantilizada do binômio “Não tenho culpa de nada” X “Sou culpado de tudo”. Quem estuda desenvolvimento pessoal geralmente tende para o lado de ficar se culpando, se dando bronca o tempo todo. Se esse é você, pare com isso! Essa postura não leva a lugar algum, ficar chorando as mágoas porque você não foi bonzinho consigo mesmo não é o primeiro passo para mudar – pelo contrário, só intensifica o problema.
Dito isso, podemos começar a delinear um pouco mais o assunto. Quanto mais você souber sobre os mecanismos intelectuais que sua mente usa para definir sua atitude e modo de pensar, mais ferramentas você terá para realizar as mudanças necessárias para diminuir os efeitos de padrões de pensamento que operam contra você, contra seu próprio sucesso e bem-estar.
O primeiro e mais importante ponto a ser compreendido é que nossas idéias sobre o mundo e a vida em geral são como mapas que mapeiam um território. Nossa falta de visão de conjunto – e nisso eu incluo todo mundo, sem exceção – faz com que nossa capacidade de mapear corretamente o território em que estamos seja altamente falha. Nós simplesmente somos incapazes, como seres humanos, de compreendermos a realidade absoluta da vida e de nossa existência. Mas o que tudo isso tem a ver? Compreender e aceitar de corpo e alma que o tempo todo nós podemos estar redondamente errados sobre nossas idéias e pensamentos (nossos mapas) é o primeiro passo para uma flexibilidade mental que pode abrir portas inimagináveis.
As mais fortes razões que levam as pessoas ao fracasso (em tudo na vida: em seus relacionamentos pessoais, no âmbito profissional, em sua busca por um bem estar maior – o que popularmente chamamos de “felicidade”) estão ligadas a idéias erradas sobre como as coisas são e funcionam. A pessoa que mantém idéias que fogem demais da linha e teima em não mudar só encontra o fracasso. Isso é altamente perceptível em relacionamentos afetivos.
No mundo profissional, um dos maiores mitos que compõem o rol de mapas errados que as pessoas mantêm é o de que trabalho duro é o segredo do sucesso. Eu arriscaria até dizer que, numa lista de prioridades de características e práticas desejáveis para o sucesso, trabalho duro está lá pelo final da lista. Não é que eu esteja defendendo o contrário – falta de trabalho “duro”, se é que esta é a palavra mais adequada. A grande armadilha está em acreditar que, se você trabalhar duro durante um tempo, mais cedo ou mais tarde você encontrará o sucesso.
Assim como o mito do trabalho duro, existem muitos outros mitos e idéias cristalizadas que as pessoas mantêm como “certas” e que são justamente a causa de seu fracasso. A pessoa focada somente no trabalho duro, achando que esse é o segredo do sucesso, acaba se tornando cega para os fatores que são realmente importantes ou que estão mais alto na lista de prioridades. Ela está ocupada demais “trabalhando duro” para prestar atenção em qualquer outra coisa!
Outra idéia altamente nociva para o sucesso profissional é o mito da oportunidade. Há pessoas que esperam a vida inteira por uma oportunidade que nunca chega. Esse mito provém de uma postura passiva, uma postura derivada da crença de que você não tem real poder para ser bem sucedido na vida, você precisa de uma oportunidade, você precisa que alguém te ajude ou que “alguma oportunidade” apareça para que você possa aproveitá-la e, então, seguir rumo ao sucesso. Se há algo que eu possa dizer sobre esse assunto é: esqueça isso! Risque a palavra “oportunidade” do seu dicionário! No máximo entenda que, se é pra você usar esse termo nesse caso, você cria suas próprias oportunidades. Meu amigo Tim Ferriss – com sua atitude um tanto “revoltada” – sempre fala: “Não peça permissão, faça e depois peça desculpas (se necessário)”. É claro que há um pouco de humor no tom de Tim, mas o espírito do que ele tenta passar é que você deve fazer o que bem entender, sem esperar que alguém forneça validação no sentido de apoiá-lo, autorizar ou convidá-lo. Na maioria das vezes, se você pensar bem, você não precisa nem pedir permissão, nem pedir desculpas a ninguém. É a sua vida, ninguém se importa com você mais do que você mesmo!
Compreender que esses mapas podem estar errados é o primeiro passo. Quando você realmente compreende (entende de fato, não apenas intelectualmente!), você começa a abrir mais sua mente para questionamentos que levam a atualizações eventuais desses mapas. Ninguém tem os mapas absolutamente corretos, não tenha real esperança de descobrir a “verdade” sobre qualquer coisa. Todas as verdades que temos nesse ponto são relativas, ou seja, são condicionais à nossa compreensão e podem mudar à medida que ampliamos nosso entendimento do mundo e da vida.
Ao compreender que você pode estar errado e se manter aberto para mudar, seu grau de perspicácia aumenta naturalmente. A falta de perspicácia é, em grande parte, provocada pela rigidez mental, pelo apego a idéias que estão tão cristalizadas que você não consegue mudá-las e atualizá-las.
Ao se tornar mais perspicaz você começa a ter momentos de “clareza” e “revelações”. Sabe quando você finalmente entende algo complexo ou secreto? Você tem aquela sensação “ahhhh, é assim!” e, depois dessa revelação, tudo sobre aquele assunto se torna mais fácil. Algo como compreender a lógica matemática que explica uma equação que, antes, você só conseguia resolver com uma fórmula e não entendia bem o mecanismo do processo!
Muitas pessoas tentam alcançar o sucesso – não só profissional, mas também pessoal – usando “técnicas” similares a fórmulas matemáticas sem compreenderem bem o mecanismo da lógica que dá origem ao processo! Essa lógica, como discutimos no artigo anterior, não é algo que possa ser explicitamente revelado, é algo que só pode ser compreendido através da perspicácia. É preciso um desses momentos “ahhh, então é assim!” para realmente captar o espírito da coisa.
Informação ajuda. Ler e obter dados sobre o que você quer entender não machuca, mas o segredo está na flexibilidade mental que atualiza o conceito atual que você tem sobre um determinado assunto, substituindo-o por mapas mais fiéis à realidade. Com o tempo, isso vira um hábito, suas idéias deixam de se “cristalizar” dentro de sua cabeça e passam a “flutuar” mais livremente, sendo substituídas facilmente por outras assim que você percebe que elas não correspondem mais à realidade ou que sua compreensão do assunto já se ampliou.
Adotar essa postura não é tão difícil quanto parece, mas também não é tão fácil – no sentido de que o medo do desconhecido, a resistência à mudança, o apego sentimental àquilo em que você acredita e o próprio orgulho fazem com que reconhecer que você está errado e adotar uma nova idéia que substitua um pensamento qualquer acaba sendo um esforço quase insuportável para muita gente.
Superados esses empecilhos de ordem egoísta, o caminho fica mais livre para que, com a cabeça mais aberta, você possa começar a substituir todos os conceitos e mitos que já não servem mais para você, que já não contribuem para o seu crescimento pessoal e profissional.
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Fran Christy é formada em administração de empresas com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle, EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias de vida.










oi fran, seus artigos são provocantes e instigantes..leva-nos a reflexõe mais profundas e mais importante uma reflexão que leva nos incita á ação…um abraço…a propósito você é linda…como posso fazer para aprender inglês fluente com você..
OLÁ FRAN,estou em fase de mudança, realmente não é tão fácil, mas tbm não é impossível, estou lutando e investindo em meus sentimentos todos os dias,estou mudando crenças enraizadas que só me trouxeram dor e sofrimento. Gosto muito de ler seus artigos parabéns!!!!!!!!!
Oi Fran
Gostei muito do teu artigo,me identifiquei bastante quando fala em perspicácia,realmente se estamos atentos aos sinais que recebemos,teremos condições de avaliar com mais precisão que decisões tomar.Um abraço.
Mais um texto de grande qualidade revelador de uma pessoa muito bonita por dentro – além de por fora, evidentemente.
Parabéns !
Prezada Cris,
O texto acima fala como mudar a sua forma de pensar. Eu te pergunto: e quando a nossa forma de pensar está certa, porque você percebe atitudes que acabam concretizando os fatos esperados, e você não consegue sair de taís circunstâncias por ter uma responsabilidade/compromisso, família (pessoas que você ama de verdade e não aguentaria vê-los sofrer). Como lidar com isso, se você busca incansavelmente pelas “oportunidades”, quase que tomando-as de assalto mas. mesmo assim não conseguindo se desvencilhar. será que é tão fácil quanto está escrito acima??????
Olá Marcelo,
Vejo que você está passando por uma fase difícil em sua vida, um período confuso… por isso não ficou claro pra mim qual a sua dúvida realmente. Num primeiro momento, a impressão que você passa é de que não gosta da responsabilidade familiar e desejaria livrar-se dela, pois quer aproveitar as oportunidades, mas não consegue se desvencilhar dos compromissos.
Eu vejo esas situação da seguinte forma: Em primeiro lugar, nada é fácil e esperar que as coisas sejam fáceis é uma receita certa para frustração e fracasso. Simplesmente abrace a dificuldade e tenha gosto de enfrentar desafios. Adotar a postura, “quanto mais difícil melhor”, ajuda a melhorar o ânimo quando sua postura pessoal é esperar por uma situação fácil!
Além disso, as responsabilidades e compromissos da vida não vão embora mesmo, é preciso adaptar sua vida e expectativas ao que você já adquiriu de peso para carregar nas costas.
Eu não sei qual a sua situação exatamente, mas como você menciona oportunidades, acredito que buscar a independência financeira é algo que pode ajudá-lo a olhar para sua condição de vida com mais “espaço para respirar” sem precisar ficar tão afobado atrás de oportunidades. A melhor oportunidade é sempre aquela que você cria diretamente, sem esperar que ela venha de fora. Talvez seja essa a postura que falte para que você possa sair dessa condição atual.
Fran Christy
Eu acredito que devemos sempre estar renovando nossa forma de pensar a respeito da vida do mundo à nossa volta, que também está em constante transformação. Não podemos sustentar um diploma por muito tempo, até porque os conhecimentos que adquirimos naquele curso do passado,já se renovaram,ou até mesmo já estão obsoletos. Mudar de postura é como subir uma montanha: um passo de cada vez, e quando chegar lá, vamos descer e subir outra montanha, explorar o mundo.
Concordo com o texto acima, em partes. Vou explicar o porque, concordo que nós somos os responsaveis por criar nossa realidade, que quando você percebe, que a vida é sua, que a unica pessoa que vai estar com você o tempo todo, 24 horas por dia, é você mesmo. Você acaba percebendo que você é que tem que escolher o que é melhor para você, você que tem que ver qual idéia é melhor para a sua vida, e aplica-la.
Não concorco Fran, quando você fala que devemos riscar a palavra “oportunidade” do nosso vocabulario. Se você parar para pensar, oportunidade é só uma palavra, é só um significado que damos quando acontece alguma coisa que você queria, que você percebeu que podia fazer acontecer, e que fez acontecer. Esse é o significado da palavra “oportunidade”, a palavra em si não quer dizer nada. A crença sobre as coisas que faz a diferença. Se você acreditar que pode fazer tudo o que quiser, sendo ético,e sem que as suas ações prejudiquem outra pessoa, você vai ter mais senso de oportunidade. Porque você vai começar a pensar assim, era isso que eu queria que acontecesse, tentei desse jeito, deu certo, ótimo. Não deu certo, bola para frente, (na giria do futebol), tente outra “oportunidade” para esse desejo ou necessidade, e faça acontecer. E quando isso acontecer, se parabenize. Porque você venceu, você saiu vitorioso!
Olá William!
Acredito que ambos concordamos sobre esse assunto. A frase que eu usei “risque a palavra oportunidade no seu dicionário” foi forte no sentido figurativo para causar impacto, mas se você diz que “oportunidade é apenas uma palavra” você concorda comigo! De fato, é a interpretação que damos ao termo que define nossa postura e é justamente sobre isso o parágrafo sobre oportunidades.
Vejo porém, que muitas pessoas não conseguem simplesmente mudar de postura sobre um assunto sem mudar as palavras que usam para descrevê-lo. Se esse é o caso, então é a minha recomendação parar de usar a palavra oportunidade (o “riscar do dicionário”) para que a pessoa saia da armadilha mental criada pela interpretação que ela já tem do termo.
Você já experimentou fazer isso? Usar termos diferentes e ver como a sua postura muda?
Um grande abraço e obrigada pela contribuição!
Fran Christy
Olá Fran,
Estou seguindo todos os seus maravilhosos textos, como
também os comentários de seus seguidores.No entanto,com
referencia ao texto acima, CONCORDO plenamente com o
William Carvalho. Gostaria de ter sua resposta aqui ao
comentário do mesmo, cuja interpretação também foi a mi-
nha.
Parabéns pelos seus textos!
Oi tenho acompanhado estes assunto suas palavras que emuito importante se as pessoas procurar entender o assunto que vc quer passar sem tentar debater, pois o debate e bom quando temos palavras que pode ajudar outra pessoa a entender melhor a vida. Vou tentar passar um exemplo para ver se eu to certo não to querendo a aprovação de neguem só quero um comentário que possa ser construtivo, pois estas são minhas palavras que tem um grande valor se for compreendido e não debatida. Acho que este meu jeito de se expressar tem algum valor
Respondendo a sua pergunta, já fiz isso algumas vezes. Vou lhe contar sobre a primeira coisa que me veio a cabeça. Na época de escola, sempre fui um aluno “relaxado”, nunca repiti de ano, mas eu era da galera do “fundão”. Não gostava de “estudar”.
Sai da escola, começei a cursar faculdade. As coisas mudaram, quando eu simplesmente troquei a palavra estudar, por aprender.
Quando eu falava que tinha que estudar, me dava preguiça, não me dava vontade, parecia que era algo forçado. Quando mudei a palavra para aprender, as coisas mudaram, comecei a ficar motivado, com vontade, com ansia por saber coisas novas.
Com a simples troca de uma palavra, mudei minha postural mental com relação a saber coisas novas. Nunca mais tive “preguiça” de aprender!!
Concerteza você já deve ter ouvido varioas casos. Ficarei grato se você comentar algum outro! Um abraço Fran
Ola Fran, admiro sua percepção do mundo, este enquanto pessoa num todo. Me diz,como avaliar questões, entender se este é o caminho ou não… Como eu vivente na minha história posso ver a realidade dos fatos, e para de temer as consequencias pré imaginadas.
Obg !! Parabens pelos textos!!
Fran Christy,
Seus textos estão me ajudando muito a rever meus conceitos e a compreender melhor a realidade, independente de concordar ou não com seus pensamentos, pois estamos presos aquilo em que acreditamos e não é fácil libertar-nos de nossas crenças. O que mais me impressiona é ver muitas pessoas discordando de seus pensamentos por não entenderem o que você quer dizer. O bom é que até isso nos ajuda a refletir.
Abraços, ganhaste mais um admirador.
Agradeço demais por ter acesso a seus textos, gosto muito do Augusto Cury, ele fala que não podemos apagar o que já aconteceu mas podemos editar, ver de uma forma diferente, viver sem que o ocorrido machuque mais, lembrar de algumas coisas sem um nó na garganta às vezes é difícil, principalmente quando foi magoada por pessoas em quem confiava, tento mudar mas está complicado; quando percebo vejo que a situação se repete e acabo sofrendo de novo.Acabo ficando numa ‘bolha’, fico travada, desmotivada,é muito difícil confiar nas pessoas quando sinto que meus pais e irmãos acabam se aproveitando de mim, moro com eles(somos 5), a psicóloga forçou a barra pra eu sair de casa, pois posso me sustentar, mas acabaria não os ajudando mais, não posso ficar bem sabendo que eles estão em dificuldades(acabei largando o tratamento).’Bolha’ de novo, sinto que parei no tempo,acho que me perdi mas não vou apagar..rsrs..acho sua linha de pensamento parecida com a do Augusto Cury, gosto dos textos dele e me identifiquei demais com os seus Fran, mas acredito que nossa mente deve estar aberta pra essa mudança, não basta querer.Algumas coisas mudei outras insistem em ficar, de tão entranhadas, gostaria de achar um terapeuta que seguisse essa linha.Estou vendo que você interage com seus leitores, isso é muito importante, quase uma terapia, e seus textos acabam sendo sobre as dúvidas e dificuldades.Acho que enrolei muitas coisas mas QUERO AGRADECER SEUS TEXTOS SÃO MARAVILHOSOS!!
Textos nos faz pensar.Quero saber como mudar o mapa?
Na vida tudo é um aprendizado, que seja de maneira natural ou na dor como eu,estou enchergando e encarando a vida de forma diferente, aprendendo a avaliar questões para melhor resolve-las. Adorei seu artigo
De fato quebrar nossos paradigmas não é fácil, espero conseguir no decorrer da leitura dos textos que são excelentes, porém tenho que sair das letras e conseguir isso na realidade da minha vida.
Poucos de nós admitimos que somos eternos aprendizes dessa mestra maravilhosa que é a vida. Ela sempre trabalha para nosso bem.
Olá achei por acaso o seu texto e nem tenho ideia da onde só sei que passei receber seus emails e gostei dos textos pois esta fazendo eu refletir , só gostaria que ele falasse menos do lado profissional e mais do lado emocional , afetivo e familiar tenho 30 anos e ainda me sinto perdida porque nao consigo pensar em trabalhar em ambiente coorporativo , adoro produçao de video publicidade e cinema , mas me sinto muito atrasada por nao falar uma lingua e nao conseguir trabalhar numa produtora que me de independencia financeira, as vezes acho que ainda sou muito infantilizada moro com minha mae e ela ainda cuida das minhas coisas e só estudo e trabalho e tenho uma apego muito intenso quando me apaixono e acabo estragando tudo
TO GOSTANDO MUINTO, SO NÃO TO ACHANDO FACIL
ESSA MUDANÇA