Liberdade Emocional
Para o carpediniano, o propósito de vida é superior ao ego. A grande maioria dos nossos problemas está ligado a necessidades infantis e egoístas. Nos comportamos como crianças mimadas que querem isto, querem aquilo, exigindo que os outros e a vida atendam às nossas expectativas, senão fazemos bico.
Estudar personalidades como Nelson Mandela e Gandhi ajudam a compreender como a maturidade emocional funciona quando o propósito é colocado acima do bem estar pessoal e das vontades egoístas.
Liberdade emocional está ligada à capacidade, não de controlar e reprimir, mas de educar as emoções de forma que a vida deixe de ser controlada pelo ego e o tempo possa ser dedicado ao que foi definido como propósito. A alma agradece, os inter-relacionamentos agradecem, a saúde agradece, o bolso agradece. A maior parte dos problemas nestas áreas estão relacionados à falta de tato ao lidar com as próprias emoções.
Ser livre emocionalmente significa ser desprovido de culpas, remorsos, inseguranças e expectativas. É a capacidade de deixar com que a vida seja do jeito que ela quer ser, não tentar controlá-la ou aos outros, não sentir ansiedade com relação ao futuro, nem remorso com relação ao passado.
Veja que “não querer controlar o futuro” não significa não ter metas, mas sim não manter expectativas emocionais e não se sentir ansioso, deixando com que as coisas se desenrolem com naturalidade, fazendo a sua parte com responsabilidade e também estando aberto para mudar de caminho e abandonar as metas atuais se o fluxo da vida apontar em outra direção.










TIVE RECEIO DE ACESSAR O SITE, MAS VEJO QUE TERIA ME ARREPENDIDO AMARGAMANTE SE NÃO O TIVESSE FEITO.
CADA PALAVRA ESCRITA AQUI ME FAZ QUEBRAR UMA PAREDE DENTRO DE MIM. MUITO OBRIGADA.
MELISSA
É imprescionante como essas palavras estão me dando umas “punhaladas”….luto para ser diferente, mas quando caio em mim, lá me vejo envolvidas pelas armadilhas do sistema…acabei de descobrir que, ao contrário do que achava que tinha melhorado, ainda estou emocionalmente imatura….sou tudo isso que o texto fala…mas vou continuar as leituras….um dia aprendo a ser “carpediniana”…obrigada pelas “punhaladas”….vamos avançando….
Incrivel, como tudo isso se dá comigo.E eu achando que estava certa do fazia. Quanto tenho que aprender.
Será que ainda tenho chance de acompanhar esta teoria Carpediniana. Obrigada pela luz.
Tarde de domingo,abro a caixa de e-mails e estou pronta a excluir o link desta página quando vejo a palavra Carpe Diem. Curiosamente eu uso estas palavras de forma espontânea nos meus e-mails quando algum amigo ou parente parece estar triste e deprimido. Acho que foram estas palavras que me fizeram entrar na página. Depois de navegar pela página fiquei impresionada com todo o que estava escrito aqui…estava buscando há um tempo responder algumas questões desta louca vida como: – afinal o que eu quero dessa vida?, talvez seja porque desde os 18 anos trabalho e só agora com 31 anos resolvi dar um tempo na minha própria vida, ficar em casa e curtir minha familia. Também estou cuidando da minha saúde e buscando novos objetivos, novos sonhos, onde o trabalho e o dinheiro são consequências de uma vida mais gratificante que está nas coisas mais simples da vida como a grata companhia do meu parceiro, sair a caminhar e fazer passeios ciclísticos com um grupo de amigos. Em fim pode ser a maturidade que chegou mas acreditem que a sensação de liberdade é inexplicável. Acho que entrei nesta filosofia de vida sem saber e as veces pensava se era “certo” ter estes sentimentos. Hoje, desprendida do ciclo vicioso do “time is money”, estou feliz em descobrir Fran, que não sou a única me questionando sobre a possibilidade de vivenciar este sentimento e que é que possivel sim o CARPE DIEM em nossa vida sem remorsos!